
A Prefeitura de Suzano e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano assinaram na manhã desta sexta-feira (08) um termo de cooperação para viabilizar a implantação de moradias populares no Jardim Monte Cristo e na Vila Monte Sion. A medida representa um novo passo nas tratativas entre o município e o governo do Estado para atender famílias das duas comunidades.
Ao todo, 136 famílias deverão ser contempladas pela iniciativa, sendo 93 do Jardim Monte Cristo e 43 da Vila Monte Sion. Com a formalização da parceria, será possível avançar para a elaboração dos projetos técnicos necessários à construção das unidades habitacionais. O cronograma das próximas etapas dependerá dos trâmites internos do governo estadual, por meio da CDHU.
A assinatura ocorreu pouco antes da inauguração do campus da Faculdade de Tecnologia de Suzano. O documento foi firmado pelo prefeito Pedro Ishi, pelo assessor Eduardo Velucci, representante do diretor-presidente da CDHU, Reinaldo Iapequino, e pelo secretário municipal de Planejamento Urbano e Habitação, Elvis Vieira.
Também acompanharam o encontro a presidente do Fundo Social de Solidariedade e primeira-dama Déborah Raffoul Ishi, o secretário municipal de Governo Alex Santos, o secretário municipal de Assuntos Jurídicos Renato Ferraris, o presidente da Câmara de Suzano, vereador Artur Takayama, além de representantes dos moradores.
No Jardim Monte Cristo, as futuras moradias deverão ser construídas no mesmo local onde as famílias vivem atualmente em situação irregular, na área entre a rua Sete de Setembro e a avenida Paulista. Já no caso da Vila Monte Sion, as unidades serão implantadas em outro terreno, ainda a ser definido, já que os moradores ocupam atualmente uma área classificada como de risco.
Os projetos habitacionais vêm sendo discutidos nos últimos anos entre a administração municipal e a CDHU. Nesse período, foram realizados estudos topográficos, cadastramento das famílias e análises urbanísticas nas duas regiões.
Segundo a administração municipal, a assinatura do termo marca o início de uma nova etapa para viabilizar a construção das moradias e atender uma demanda antiga das comunidades.
















