
Um homem morreu após ser baleado na tarde deste domingo (7), no Jardim Aeroporto III, em Mogi das Cruzes. O caso ocorreu na rua Edu Chaves e terminou com a prisão do suspeito, que também responderá por porte ilegal de arma de fogo e receptação.
De acordo com informações registradas pela Polícia Militar, equipes realizavam patrulhamento pela região quando foram acionadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para atender uma ocorrência de disparo de arma de fogo. Como estavam próximas ao local, os policiais chegaram rapidamente e encontraram a vítima, identificada como Evaristo Marques da Silva, caída ao solo.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o óbito foi constatado ainda no local pela médica responsável pelo atendimento.
Segundo o boletim de ocorrência, populares apontaram aos policiais o possível autor dos disparos. O suspeito foi abordado nas proximidades. Ele apresentava escoriações na cabeça e relatou que havia sido agredido por algumas pessoas após uma discussão ocorrida na via pública por causa do barulho de uma motocicleta. Apesar disso, negou estar armado.
Durante as buscas, os policiais localizaram uma munição calibre .38 na garagem da residência do suspeito, em meio a manchas de sangue. Outra munição do mesmo calibre foi encontrada no quarto dele após a entrada dos agentes ser autorizada por uma familiar.
Com apoio da Força Tática, a equipe encontrou o revólver apontado como sendo a arma utilizada no crime escondido em um corredor de um imóvel pertencente à inquilina da residência. O armamento continha cinco munições deflagradas.
Ainda segundo a polícia, após consulta ao sistema, foi constatado que o revólver Taurus havia sido registrado como produto de furto em Mogi das Cruzes em 1994.
O suspeito foi encaminhado inicialmente para atendimento médico na UPA Jardim Universo e, posteriormente, levado à Central de Polícia Judiciária. Durante o registro da ocorrência, voltou a apresentar queixas de dores pelo corpo e precisou ser levado novamente para atendimento, permanecendo sob escolta policial na Santa Casa de Mogi das Cruzes.
A perícia técnica foi acionada e compareceu ao local para realizar os trabalhos de investigação. O caso foi registrado como homicídio consumado, porte ilegal de arma de fogo e receptação e será investigado pela Polícia Civil.














