
O estado de São Paulo criou quase 300 mil vagas de emprego com carteira assinada em 12 meses e registrou o maior salário de admissão em seis anos. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Nenhuma cidade da Região do Alto Tietê ficou na lista das dez que mais geraram postos de trabalho, mas apenas Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Arujá aparecem no ranking das 100+.
De fevereiro de 2025 a janeiro de 2026, o saldo de vagas no estado ficou em 286.743, alta de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Assim, SP foi responsável por criar em 12 meses 24% do total de vagas no país (1.228.483). No mês de janeiro, o estado criou 16.451 vagas.
Veja as 10 cidades campeãs de emprego em 12 meses:
- São Paulo: 97.391
- Osasco: 24.587
- Guarulhos: 13.129
- Barueri: 10.850
- Santos: 6.662
- São José dos Campos: 6.219
- Sorocaba: 4.739
- Santo André: 4.697
- Sao Bernardo do Campo: 4.598
- Matão: 3.834
Alto Tietê
Na listagem das 100 cidades qe criaram mais empregos, Itaquaquecetuba aparece na 37ª posição, tendo um saldo de 1.161 postos de trabalho, em 12 meses. Já Mogi das Cruzes aparece na posição de número 47, com 939 empregos com carteira assinada. Arujá é a última cidade da Região a aparecer no ranking das 100 mais, na posição 59, com saldo de 846.
Salário
O estado de São Paulo teve ainda o maior salário médio de admissão em janeiro desde 2020, quando o Novo Caged substituiu o antigo Caged, integrando dados do eSocial, Caged e Empregador Web para monitorar o emprego formal mensalmente. O valor foi de R$ 2.702,76, alta de 2,75% em relação a dezembro de 2025 e de 1,93% em relação ao mesmo mês de 2025.
Além disso, o salário de admissão no estado de São Paulo foi o maior do Brasil em janeiro, seguido por Distrito Federal (R$ 2.575,45), Mato Grosso (R$ 2.421,85) e Rio de Janeiro (R$ 2.409,30). No Brasil, o salário foi de R$ 2.389,50, e no Sudeste, de R$ 2.551,61.
Na pesquisa entram dados apenas de trabalhadores com carteira assinada, portanto, com direitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Esses dados são enviados pelas empresas contratantes ao governo federal. E a pesquisa mensal analisa os salários de admissão, ou seja, o que é pago no momento da contratação.















