
A abertura do II Festival Sementeia, realizada na noite desta segunda-feira (1), no Centro Cultural Francisco Moriconi, em Suzano, foi marcada pela presença da psicóloga e ativista indígena guarani Geni Nuñez, que emocionou e inspirou o público. Pela primeira vez na cidade, a pesquisadora trouxe reflexões sobre a descolonização dos afetos, destacando a importância de questionar as monoculturas do pensamento e ampliar o olhar sobre a diversidade.
Com fala gentil e potente, Geni transformou a abertura em uma noite memorável, preparando o terreno para a programação do festival, que segue até o dia 12 de setembro em diferentes espaços culturais de Suzano, além de atividades online gratuitas.
O Festival Sementeia é um espaço de valorização do protagonismo feminino artístico e criativo, reunindo múltiplas linguagens, formações e debates. Entre os destaques da programação estão: espetáculo de dança “Tropicana(s)”, com a Cia. Deux (4); oficina “Laboratório de Escuta de Imagens”, com Elidayana Alexandrino (4); bate-papo “O papel dos contos de fadas na formação e autonomia feminina”, com o Coletivo Atreva-se, psicóloga Victoria Rodrigues e mediação de Flávia Gonçalves (5); show musical da cantora Satiê (5); oficina “EU, SEMENTE”, com Jana Santos (8); espetáculo teatral “Guerreirinha, Guerreirinha”, do coletivo Elementar, com abertura de Suéllen Santos (11); show de encerramento “Cinzas”, com Zanah e discotecagem da DJ Flávia Durante, celebrando artistas latinas (12).
Além da programação presencial, haverá transmissões online pelo perfil oficial do evento no Instagram (@festival_sementeia).
Na segunda edição, o Festival Sementeia se consolida como um dos mais importantes espaços culturais da região, ao promover arte, debate e formação gratuita. As atividades ocorrem em locais como o CEU Gardênia, Centro Cultural Colorado e Casarão das Artes, além do Moriconi, sede da abertura.


















