
O II Festival Sementeia chega ao seu fim neste fim de semana em Suzano, com um encerramento que promete celebrar a arte, a diversidade e o pertencimento. Após performances emocionantes, o público poderá se despedir do festival com muita música e dança, neste sexta-feira (12), a partir das 19h30, no Casarão das Artes.
A noite será marcada pelo show da cantora Zanah, que transforma memória, dor e desejo em canções que são verdadeiros atos de resistência e afetividade. Mulher LGBT, Zanah conduz o público por uma viagem de emoções e celebração, reafirmando o papel da arte como espaço de acolhimento e transformação.
Quem abre e encerra a festa é a DJ Flávia Durante, com o set Latinidades, trazendo batidas globais, vozes femininas e sonoridades do Sul Global que vão animar o Casarão e convidar todos a dançar.
As performances de Suéllen Santos e do Coletivo Elementar emocionaram o público na noite de quinta-feira (11), no CEU Gardênia, em Suzano. O teatro e as artes do corpo foram protagonistas, proporcionando momentos de escuta, partilha e emoção, e reafirmando o Festival Sementeia como um espaço de acolhimento, diversidade e protagonismo feminino.
Na abertura, o público foi recepcionado pela performance “Palavras”, da artista suzanense Suéllen Santos, que convidou a plateia a interagir em uma experiência de corpo e memória coletiva, no lado externo do espaço. Em seguida, o palco recebeu o espetáculo “Guerreirinha, Guerreirinha”, do Coletivo Elementar, idealizado por Cibele Zucchi. Com música, gesto e poesia, a obra-ritual transformou lembranças em encantamento, costurando alegria, pertencimento e ancestralidade.
A noite também reafirmou o compromisso do Festival com a acessibilidade: as apresentações contaram com tradução em Libras pela AcessaHabilidade, ampliando o acesso às diferentes camadas de público. Da produção à curadoria, da operação à direção, todo o processo criativo e organizacional foi conduzido por mulheres em suas múltiplas formas de existência, reforçando a potência coletiva que sustenta o Sementeia.
Realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, o Festival é um gesto de afirmação das mulheres do Alto Tietê por espaços férteis e seguros para a arte e a cultura.



















