Segundo a autora, “Sentindo na Pele” nasce como uma ferramenta de acolhimento e conscientização: “Ele integra uma série dedicada à reflexão sobre a desigualdade social, com relatos reais que expõem, com honestidade e sensibilidade, as marcas que as injustiças deixam no corpo e na trajetória de quem as vive.”. Desta forma, Luzia transforma essas histórias em exemplos de força, resiliência e reconstrução.
Luzia destaca que o objetivo central é inspirar outras pessoas a não desistirem e, sobretudo, a buscarem apoio, seja em instituições públicas, seja em redes de solidariedade. “O lema que guia a obra sintetiza essa visão coletiva. O seu sofrimento não pode ser individual porque a sua alegria será no coletivo! Peça ajuda.”. Para fortalecer essa mensagem, o livro acompanha marcadores com contatos de serviços essenciais, como Patrulha Maria da Penha, Polícia Militar, Disque Denúncia e outras autoridades que atuam no enfrentamento às violências.
“Sentindo na Pele” propõe ao leitor um movimento duplo: reconhecer a profundidade dos impactos da desigualdade e enxergar as possibilidades de cura por meio da comunidade.
O lançamento será também um momento de convivência cultural. O público poderá participar de uma programação que inclui música ao vivo, pipoca em celebração ao mês da consciência negra, sorteio de brindes e a presença de autores e convidados especiais. A autora salienta que deseja um ambiente acolhedor, capaz de conectar pessoas que já viveram ou ainda vivem realidades semelhantes, e que podem encontrar, ali, inspiração para novos caminhos.
O evento marca a chegada de mais uma obra que integra a literatura social contemporânea, além de ser o fortalecimento de um projeto maior: a construção de espaços de fala, escuta e apoio. Como lembra Luzia, a jornada continua: mais histórias podem (e devem) ser contadas.

















