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Foto: Divulgação/PMMC

Prefeitura faz força-tarefa e consegue reforço para os bombeiros no combate às queimadas em Mogi

Por Sabrina Pacca

A Prefeitura de Mogi das Cruzes informou que conseguiu reforços para o Corpo de Bombeiros no combate às queimadas que vêm atingindo diferentes pontos da cidade nos últimos dias. Um helicóptero Águia, utilizado em áreas de difícil acesso, já está em operação no município desde este sábado (23), e o efetivo da corporação foi ampliado pelo Estado, temporariamente.

Neste momento, um dos focos de queimada mais preocupantes acontece em área de preservação, no meio da Serra do Itapeti. O comandante do 17º Grupamento de Bombeiros de Mogi das Cruzes, Lucas Miatelo, explicou que as equipes estiveram no local, mas as condições do terreno dificultaram a ação.

“A gente fez uma avaliação no local: difícil acesso, difícil comunicação. Foi acionado o Águia para viabilizar o combate aéreo em alguns pontos e estamos reavaliando constantemente. Temos viaturas por terra, equipes reforçadas, mas é uma área de mata densa. Nesse momento, o combate é em um foco próximo à Estrada do Beija-Flor”, afirmou, explicando que não é em todo incêndio que o Águia pode ser usado.

O incremento, mesmo que temporário, na corporação dos Bombeiros de Mogi ocorre após uma série de críticas feitas por moradores sobre a demora no atendimento das ocorrências. No caso registrado no condomínio Máximo Mogi, nesta sexta-feira (22), funcionários agiram no combate ao incêndio em uma área de mata vizinha e alegaram que o Corpo de Bombeiros, por mais que tenha sido acionado diversas vezes, demorou para chegar ao local.

Mas não é o que garante o comandante Miatelo. Ele afirmou que a informação não é verídica. “Fomos para o local assim que fomos acionados. A equipe atuou em uma das frentes, mas não era próximo ao condomínio, por isso não se via a viatura. As pessoas acham que não estávamos lá, mas estávamos em outro ponto. Fizemos a triagem e assim que entrou o chamado, fomos ao local”, enfatizou.

O comandante disse, ainda, que o efetivo em Mogi é de 150 bombeiros e que houve um reforço de mais 15 profissionais por causa da estiagem. Segundo ele, no dia a dia o número é suficiente, mas em situações críticas, como as de tempo seco e aumento das queimadas, a demanda cresce além das ocorrências de outras naturezas, que continuam existindo.

Miatelo ainda destacou a importância da conscientização da população. “É preciso frisar que provocar fogo em áreas de preservação é crime ambiental. Muitas ocorrências desse tipo acontecem por descuido ou irresponsabilidade. Temos limitações, mas reforçamos a orientação para que as pessoas não provoquem queimadas que acabam saindo do controle”, disse.

Publicado em: 23 de agosto de 2025

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