
A Lírio Edições realizou, na sexta-feira (22), o lançamento de Profetas da Esperança, autobiografia do Padre Dimas de Paula, figura notória da Diocese de Mogi das Cruzes. O evento aconteceu no Galpão Arthur Netto de Cultura e Cidadania, no Centro da Cidade, e reuniu fiéis, amigos e admiradores do sacerdote. O livro está à venda neste site (www.lirioedicoes.com.br).
A obra mergulha fundo na jornada de vida do Padre, revelando com sinceridade os caminhos que o levaram ao sacerdócio, suas crises de fé e as complexas decisões que moldaram sua trajetória. Em uma narrativa cativante, Padre Dimas explora sua vocação e os desafios que enfrentou ao longo dos anos.
O livro aborda, ainda, sua inusitada incursão na política, oferecendo um olhar inédito sobre os bastidores de sua candidatura à prefeitura de Mogi das Cruzes, nos anos 2000. O autor compartilha as motivações e as revelações de sua experiência como candidato, um período marcado por grandes reflexões e decisões.
Além de sua vida religiosa e política, Profetas da Esperança detalha a profunda conexão de Padre Dimas com a APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados), da qual ele é embaixador voluntário. O relato destaca sua proximidade com os fundadores da instituição e sua dedicação em apoiar uma causa que ele considera essencial para a esperança e a transformação social.
Sinopse:
A obra, escrita com delicadeza, sensibilidade e maestria, além do viés autobiográfico, trata exatamente de duas figuras-ícones da atualidade, que com suas vidas testemunharam a beleza e a grandeza do Evangelho: Franz de Castro Holzwarth e Mário Ottoboni cujos caminhos se cruzaram na Travessa Humaitá, e juntos plantaram a semente da esperança chamada APAC.
APAC -Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, é uma Casa de misericórdia edificada por uma plêiade de homens e mulheres, pessoas anônimas e abnegadas, para acolher aqueles e aquelas que desafortunadamente sucumbiram nas sendas do crime; peregrinos cansados, forasteiros errantes, seres considerados invisíveis, inúteis e descartáveis pela sociedade, que teima em continuar cometendo o gravíssimo equivoco de enxergar as prisões como espaços de vingança, e não como espaços de recuperação de vida.



















