
Na Festa do Divino Espírito Santo de Mogi das Cruzes, uma das mais tradicionais do Estado de São Paulo e até do Brasil, que começa nesta quinta-feira (29) e vai até o dia 8 de junho, entre os muitos atrativos, os doces típicos da Quermesse se destacam como um verdadeiro símbolo de devoção, trabalho comunitário e, claro, solidariedade.
Muito mais do que simples sobremesas, esses doces são um elo entre o passado e o presente. Eles representam o espírito comunitário que move a festa e reforçam o sentido de união e partilha que o Divino Espírito Santo inspira. Abelhinhas e zangões – como são chamadas as mulheres e homens que se esmeram na produção – preparam os quitutes com muito amor, na Casa da Festa, localizada no Mogilar, que até o fim da festa vai ser o centro das atenções dessa grandiosa festividade.
A confecção dos doces é um espetáculo à parte. São mais de 70 latões de doces de tacho feitos com ingredientes frescos. Tem doce de abóbora, que demanda uma confecção mais pesada, por ser o mais pedido; doce de batata-doce; doce de mamão; doce de laranja; arroz doce e sagu.
Para dar conta da demanda, são utilizadas entre 3 e 3,5 toneladas de abóbora bruta, além de outras 2 toneladas de frutas como laranja, mamão e batata-doce.
A preparação começa antes da festa e se estende durante todo o evento, para garantir que os visitantes possam saborear as delícias a qualquer momento.
Além dos doces, os salgados têm destaque: coxinhas, pastéis e nada menos que 13 mil tortinhos.
Onde comer essas delícias? Na Quermesse, localizada no Centro Municipal Integrado (C.M.I.) “Deputado Maurício Najar”, na Avenida Cívica, s/nº, Mogilar.
Vídeo: Daniel F. Ramos
Fotos: Natália Amschinger


















