O desfile segue até 21h30, com trajeto pela Rua Dr. Paulo Frontin, descendo pela Rua Dr. Deodato Wertheimer e depois sobe a Rua Dr. Flaviano de Melo, com encerramento em frente ao bar Grow, que preparou uma programação especial não apenas para este dia, mas também para os próximos dias de folia.
“Ao longo do percurso, o Combuca da Judite vai reverenciar o Maracatu de Baque Virado de Pernambuco, da etnia Nagô, em um encontro de batuqueiros apaixonados pela tradição e pela sonoridade, acompanhados por artistas circenses que promovem intervenções divertidas e vibrantes. Entusiastas que exibem diferentes linguagens, como malabarismo, equilibrismo e acrobacia. Vamos transformar o desfile em um momento mágico de encantamento e expressão cultural”, destaca Vander. A receita, de acordo com ele, é a fusão de linguagens artísticas que a Cia compartilhas em seus espetáculos e performances que ocorrem nas diversas comunidades periféricas de diversas regiões do Brasil.
A origem do bloco carrega uma história pessoal e simbólica. Vander conta que a ideia nasceu a partir de uma decisão ousada: investir a rescisão de um trabalho na compra de uma Kombi, veículo que se transformaria em palco itinerante, carro de som e símbolo do bloco. “Foi quando percebi que podia unir três grandes paixões: a arte, a Kombi e a inclusão social”, relembra o idealizador.


















